sábado, 5 de julho de 2008

MUITO PRAZER! Nos chamamos RISSES!


MAS AFINAL, O QUE É RISSES?

Risses é uma companhia que agrega músicos - Cláudia Lisboa (voz); Nando (baixo e programações eletrônicas) ; Mailcon (bateria); Paulo Barcellos(guitarra e violão) e Cléber Carvalho (guitarra e teclados) - e uma equipe de apoio (Binho, Renato, Thiago e Raphael Manara) que cuida da parte organizacional, divulgação e visual gráfico. Agrega também, colaboradores em geral que cooperam e acreditam em nosso projeto.

Risses é o reduto para aqueles que crêem que a música, assim como todos os meandros da arte, é o insumo que alimenta a alma. A Cia/banda Risses não é um fim em si mesma. Pretende cooptar todas as manifestações artísticas coerentes com a sua proposta.

Risses é a intersecção de sonhos comuns, uma célula em plena construção se “metamorfoseando” cada dia que passa, em busca de um ajuste ideal para todos que depositam fé e empenho nessa empreitada.

Em suma, Risses é:

A bateria pulsante de Mailcon Santolli;

As bases criativas e concisas de guitarra e violão de Paulo Barcellos;

A pegada firme do contrabaixo e engenhosidade na programação eletronica de Nando;

A virtuose do guitarrista/tecladista Cléber Carvalho;

E, por último, mas não menos importante, o vocal que mescla harmoniosamente fúria, emoção e delicadeza, acoplados no timbre único e personalíssimo de Cláudia Lisboa.

Feitas as apresentações, muito prazer! Nos chamamos RISSES!

terça-feira, 1 de julho de 2008

Estamos em processo de Metamorfose.

Certo dia, quando acordamos de nossos sonhos intranqüilos, encontramo-nos na cama metamorfoseados. Éramos nós mesmos, porém diferentes! Acordamos com assombro análogo ao de Gregor Samsa, protagonista da novela literária "A Metamorfose" de Franz Kafka, ao perceber que já não era mais o mesmo homem que deitara na cama e dormira.

Acordamos com características que antes não possuíamos, mas, diferente de Gregor Samsa, não nos transformamos numa barata descomunal nem compartilhamos do seu pasmo de terror.
Não senhores, muito pelo contrário!
Nos vimos resplandecidos sob uma nova face; mais joviais do que nunca; adequada ao que nos tornamos com o tempo... ao que somos hoje.


Rompemos o invólucro do casulo.
Cá estamos!
E nos chamamos
Risses.